Ainda sobre Libra
Ainda sobre Libra
Coluna veiculada na edição de 22/10/2013 no vespertino digital O Globo a Mais:
As cinco empresas que compõem o consórcio de Libra já têm meio caminho
andado para explorar o campo, e isso, possivelmente explica porque
será possível entrar na fase de desenvolvimento em um prazo
relativamente curto para a indústria do petróleo. Embora tenham sido
perfurados apenas dois poços em Libra (sendo um deles revelador da
potencialidade do reservatório), já se acumulou razoável conhecimento
sobre a camada do pré-sal na Bacia de Santos. Há semelhanças entre os
reservatórios descobertos e já devidamente testados. Os chamados
testes de longa duração nos poços em produção (que têm levado de três
a seis meses) mostram bem como têm se comportado esses reservatórios.
Além disso, a indústria aperfeiçoa a cada dia as suas rotinas em
relação ao pré-sal. As dificuldades de logística, os desafios na
perfuração dos poços, o uso de materiais mais resistentes e
apropriados para águas ultraprofundas e distantes da costa, tudo isso
vem evoluindo muito rapidamente.
No espaço de quatro anos realmente o consórcio de Libra terá condições
de antecipar o início da produção e começar a amortizar o volumoso
investimento.
Um certo entusiasmo (que não precisa ser eufórico) é justificável no
caso desse leilão. O consórcio único que se habilitou à explorar e
produzir em Libra foi realmente o melhor que poderia ter se formado
entre os candidatos.
Como um novo leilão no pré-sal só deverá ocorrer dentro de dois ou
três anos, haverá tempo para se corrigir equívocos cometidos. E quanto
mais bem-sucedida for a exploração de Libra, mais interesse o pré-sal
despertará na indústria.
andado para explorar o campo, e isso, possivelmente explica porque
será possível entrar na fase de desenvolvimento em um prazo
relativamente curto para a indústria do petróleo. Embora tenham sido
perfurados apenas dois poços em Libra (sendo um deles revelador da
potencialidade do reservatório), já se acumulou razoável conhecimento
sobre a camada do pré-sal na Bacia de Santos. Há semelhanças entre os
reservatórios descobertos e já devidamente testados. Os chamados
testes de longa duração nos poços em produção (que têm levado de três
a seis meses) mostram bem como têm se comportado esses reservatórios.
Além disso, a indústria aperfeiçoa a cada dia as suas rotinas em
relação ao pré-sal. As dificuldades de logística, os desafios na
perfuração dos poços, o uso de materiais mais resistentes e
apropriados para águas ultraprofundas e distantes da costa, tudo isso
vem evoluindo muito rapidamente.
No espaço de quatro anos realmente o consórcio de Libra terá condições
de antecipar o início da produção e começar a amortizar o volumoso
investimento.
Um certo entusiasmo (que não precisa ser eufórico) é justificável no
caso desse leilão. O consórcio único que se habilitou à explorar e
produzir em Libra foi realmente o melhor que poderia ter se formado
entre os candidatos.
Como um novo leilão no pré-sal só deverá ocorrer dentro de dois ou
três anos, haverá tempo para se corrigir equívocos cometidos. E quanto
mais bem-sucedida for a exploração de Libra, mais interesse o pré-sal
despertará na indústria.
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