A ANP e os novos campos gigantes de petróleo
A ANP e os novos campos gigantes de petróleo
Como estava no seminário da Fundação Getúlio Vargas hoje (14/4/2008), no auditório da antiga Bolsa do Rio, eis a minha interpretação sobre as declarações do diretor geral da Agência Nacional de Petróleo, Haroldo Lima, a propósito dos campos gigantes na camada do pré-sal na Bacia de Santos; ao falar sobre a necessidade de se mudar a legislação brasileira no setor a partir dessas novas descobertas, ele se referiu ao potencial do pré-sal, chamando a atenção que, as atividades exploratórias na área indicariam a existência de reservas de 33 bilhões de barris, mas que isso não havia sido comunciado oficialmente à agência. Foram informações que chegaram até as autoridades , sem formalização. Pelo que percebi, Haroldo não se sentiu fazendo uma revelação bombástica. Era como se tivesse fazendo um comentário sobre informações de domínio público (por um instante deve ter se esquecido que é diretor geral da ANP...).
Os poços até agora perfurados nesses blocos justificam as projeções otimistas. Mas uma avaliação mais precisa sobre a dimensão dos campos depende de vários testes que ainda serão feitos. Por enquanto, os campos são passarinhos voando.
Á medida que as reservas forem sendo confirmadas, o Brasil, é claro, subirá alguns degraus na escala do investment grade.
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