Expectativa em torno do Campo de Libra
Expectativa em torno do Campo de Libra
O governo se mostrou sensível às reiv indicações da indústria em relação ao futuro campo de Libra, o primeiro do pré-sal que será licitado sob regime de partilha de produção. Pelas regras que haviam sido anunciadas, a compensação dos custos do investimento teria que ser feita, na proporção máxima de 50%, logo no início da produção, considerando-se o conjunto do campo. mas a indústria sugeriu que essa regra seja aplicada por módulo de produção (ou seja por cada plataforma que entrar em produção, que no total poderão chegar a 18 unidades, segundo as expectativas da Agência Nacional de Petróleo). Outra reivindicação é que não seja a futura empresa estatal que administrará a partilha a reponsável por definir, subjetivamente, esse percentual de compensação a partir do terceiro ano de produção.
De dois a três grandes consórcios devem disputar o campo de Libra. A dúvida é com quem a Petrobras (que obrigatoriamente será a operadora, com um mínimo de 30% de participação) deverá se associar para apresentar o seu lance no leilão. Até por uma questão política, a Petrobras terá de participar de algum consórcio, mas provavelmente terá de ser com algum grupo que possa financiar os i9nvestimentos iniciais. Com esse perfil hoje no mundo petrolífero se encaixam algumas companhias asiáticas (chinesas, especialmente) e duas "majors", a Exxon e a Shell.
O leilão está previsto para acontecer no dia 21 de outubro. O edital deve ser divulgado até sexta-feira (23/8/2013)
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